9.13.2010

PINTURA EM EXPANSÃO – Desdobramentos de uma Experiência


 
Marihê - Maria Helena Piccinini
  Este trabalho é o resultado de um experimento realizado na Sala X do Atelier Livre da Prefeitura, em Porto Alegre.
  A Sala X é um espaço dedicado a acolher processos em andamento, experimentações, instalações, intervenções, ocupações. Lugar para pesquisas no intervalo entre a bi e a tridimensionalidade, situações centradas na passagem do tempo, hibridismos de linguagem.
  Na busca da liberdade de criar através do impulso, do gesto, do movimento, a artista experienciando novos materiais, durante um mês imersa neste espaço, acolheu sua criatividade para uma nova forma de linguagem, liberta de tudo que havia feito até então.
  Artista e arteterapeuta se fundiram no desdobramento deste processo, expandindo os limites da bidimensionalidade das telas usadas até então.

Sobre a artista
  Catarinense de Caçador, radicada em Porto Alegre, Maria Helena Piccinini tem em sua formação diversos cursos e oficinas na área do desenho e da pintura, bom como da História da Arte. Participou de várias exposições individuais e coletivas, além de salões de arte no Rio Grande do Sul e em outros estados. Especializada em arteterapia, ministrou cursos, oficinas e workshops na área, como a oficina “Arteterapia e a Percepção”, durante o Seminário Arte na Saúde Mental – Muito Além do Jardim, realizado em 2005 no Hospital Psiquiátrico São Pedro, em Porto Alegre.

Abertura

16 de setembro de 2010 – 19h

Visitação
17 de setembro a 15 de outubro de 2010
Segunda à Sexta-Feira (exceto feriados)
Das 08h às 17h30min - Entrada Franca


8.09.2010

Alteridades Habituais



Eduardo Montelli

Isabel Ramil

Juliano Ventura

Letícia Bertagna

Curadoria de Guilherme Mautone


Consiste em uma apresentação de artistas em formação. Os vídeos, instalações e vídeos-instalações que configuram essa apresentação desdobram os muitos sentidos de um decurso artístico: de apreensão daquilo que é corriqueiramente presente já visando uma posterior elaboração poética, como se os artistas fizessem a leitura da prosa do mundo imbuídos da esperança de engendrá-la diferentemente, de sorvê-la em uma refrescante novidade. As coisas, que facilmente se tornam banalizadas em função de sua insistente existência, são submetidas as maquinações da intimidade, são atravessadas pelos significados inauditos, passam a ocupar outros lugares no dentro e no fora, se renovam. E, ao fim, o que nos é apresentado é o conjunto das muitas manipulações da realidade. O trabalho metafísico de tomar para si, guardar, modificar e, depois, apresentar é o que tece a linha de sutura entre os integrantes.

Em cada artista de Alteridades Habituais podemos encontrar uma inclinação ao guardar; eles desenvolvem em linguagens complementares as múltiplas facetas da retenção ou da contenção.

Eduardo Montelli oferece uma vídeo-instalação na qual a imagem exibida na televisão é vista através que, dentro de si, abriga uma gaiola. Nesta televisão vemos um vídeo do mesmo aquário-gaiola que, ali, contém uma balão em movimento. O jogo sutil de delimitações, semelhante aos processos do pensamento e às maneiras de conceitualização do entendimento que reordena e reagrupa constantemente imagens de objetos, parece traçar sucessivamente pelo espaço a fixação pelo guardar enquanto cativar.

Isabel Ramil apresenta desenhos em nanquim e pastel seco de janelas fechadas. A atmosfera de seu trabalho advém das sensações e impressões difusas de um ser guardado por um espaço-casa e pelos avessos e revezes da domesticidade que esse espaço representa. A impossibilidade de descerrar as janelas desse exílio doméstico significa ir de encontro às oscilações de um estar-presente que parece se modular rapidamente de abundante regozijo e angústias asfixiantes.

Juliano Ventura deposita uma fotografia do céu em caixa de papelão, dando – com esse processo – estofo existencial aos tentames conscientemente fracassados de apropriação do inatingível, do infinito. Essa negatividade baudelairiana (lembremos das nuvens “là-bas... là bas... lês merveilleux nuages!” do poeta francês) e esse fracasso inerente ao processo, parecem dialogar com uma problemática cara às artes visuais, a saber, do fracasso semelhante em proporcionar solidez existencial ao artista e ao contemplador. Dentro do escopo de discussão poética de Juliano Ventura vêem-se o soçobrar e o recrudescer característicos do desejo de guardar e de conter. Desejo que nem sempre é concretizado, mas que sempre se deseja; eis que se delineia uma vontade de reter ou enquadrar, explicitamente frustrada diante das grandes imensidões.

Letícia Bertagna participa com dois vídeos. A doce ironia de É claro que você sabe do que estamos falando instaura explicitamente na exposição uma atmosfera de segredo e aponta para o estatuto da bricolagem videográfica misteriosa, onde são encenados absurdos para o contemplador desatento. O enunciado, bem guardado pelos ruídos incompreensíveis dos variados animais, se despoja de sua obviedade e se transforma em segredo. Hélio, o outro vídeo da artista, traz à luz as heranças permanentes da memória presentes num corpo que oscila no espaço.

As muitas tonalidades do guardar podem ser percebidas entre os artistas. Cada um tende a conter, à sua maneira, aquilo que se consagra nos dias e nos anos pela intrínseca obviedade e pela hirta certeza de existência e significado. O que promove o deslocamento dos objetos comezinhos é a necessidade (mais que justificada, lembremo-nos de Musil em seus Tagebücher) de fazê-los vibrar esteticamente. Os artistas de Alteridades Habituais conseguem desenvolver um diálogo sofisticado quando desconfiam daquilo que nos é dado a perceber e conhecer cotidianamente e quando, guardando e fazendo uso desses guardados, produzem trabalhos atuais, sagazes, que se colocam os finos problemas das artes visuais e que fazem medrar atmosferas estranhas, capazes de capturar o contemplador exatamente naquilo que lhe é mais íntimo e próximo. A aspereza insidiosa que parece alisar a pele de quem observa os trabalhos de Alteridades Habituais faz remissão àqueles processos que são mais íntimos e, por isso, mais estranhos.

7.03.2009

A U T O T É L I C O – U m q u a s e f i l m e
Por Ío – Munir Klamt e Laura Cattani


Eu preciso pensar em areia. Como em um deserto. Mas um deserto que pareça falso, construído. Quase um cenário. Pensar cuidadosamente em cada detalhe. Em coisas concretas e simples. O calor, meu pé afundando na areia, a sede, o céu azul e liso. Como se eu estivesse me lembrando. E fosse, gradualmente, cada vez mais sólido e verdadeiro. E estivesse acontecendo outra vez. Monotonamente. O sol quase não ilumina mais. Eu sinto o meu suor, e penso cada vez mais rápido. Agora, parece absolutamente irrelevante o lugar para onde estou indo, apesar de que minha chegada trará, me dizem, conseqüências definitivas. Durante este tempo preciso apenas ficar pensando, pensando em coisas sem importância. Em ondas, folhas secas, formigas, no rosto de outra pessoa, em caixas de madeira e animais escuros. Automaticamente, como uma estratégia. Como se alguém pensasse em meu lugar. Enquanto isto eu espero à margem, atento, observando sem palavras ou julgamento, sem imagens. Escondido, atrás do pensamento de outra pessoa.

Formado pelo casal de artistas Laura Cattani e Munir Klamt, o grupo artístico de arte multimídia Ío vem atuando no desenvolvimento de propostas artísticas inovadoras, através do seu núcleo de criações, experimentações e pesquisas artísticas, buscando promover diálogo e integração entre diversas formas de expressão.

Montagem em processo (aberta à visitação): de 09 a 13 de julho de 2009
Vernissage: 14 de julho de 2009 – 19h
Visitação: até 31 de julho, de segunda a sexta (exceto feriados), das 08h as 17h30min

6.25.2009

H Y S T É R A
Encontro com as artistas é nesta sexta, 26/06, a partir das 19h, na Galeria do DMAE


A exposição Hystéra apresenta Alessandra Pohlmann, Aline Daka, Ana Carolina Becker, Fernanda Kieling e Lílian Santos Gomes, oriundas do Instituto de Artes da UFRGS. Fotografias, desenhos, livros de artista, esculturas-cerâmicas e instalações manifestam esteticamente linguagens do corpo e dos códigos humanos, dos seus objetos de identificação e dos lugares por onde passa e habita.

A proposta versa sobre as marcas do gênero feminino na arte. Propõe expor com expressão e sensibilidade reflexões sobre os caminhos do humano e da arte contemporânea. Hystéra, palavra grega que significa útero, é metáfora para fonte de idéias, potencial criador ou germe da reprodução e multiplicidade na linguagem artística. O tema da histeria faz um jogo de espelhos entre as relações dos fenômenos individuais, de gênero e culturais. Remete à origem de tudo.

A razão se sensibiliza ao deixar o séc. XX para trás. A arte contemporânea é livre para debruçar-se sobre um passado disponível, berço do que somos hoje e das inúmeras possibilidades artísticas. Na tentativa de aproximar a arte da vida, mas sem dogmatizá-las, como artistas, nós procuramos insistentemente a significação em cada uma delas. Está apresentada uma arte de encontros.

Visitação até 01 de julho, das 08h às 17h30min, de segunda à sexta (exceto feriados)

3.11.2009

HIPERCICLO

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12.30.2008

“Os gigantes” Exposição é prorrogada até 15 de janeiro


A exposição “Os gigantes”, de Vitor Butkus e Lúcia Inácio, tem seu período de visitação estendido até o dia 15 de janeiro de 2009. Em cartaz na Galeria do DMAE, esta mostra apresenta doze fotografias, ampliadas em grandes formatos, e dispostas no chão. Ao planejarem a exposição, que é o primeiro resultado de um processo desenvolvido desde 2007, os artistas enfatizaram a relação das fotografias com a arquitetura do local. O contraste entre grandezas tem sido um fator decisivo desde as tomadas das imagens, que foram feitas desde os prédios localizados ao redor da Praça XV, no centro de Porto Alegre. É a partir desses grandes edifícios que Vitor e Lúcia se posicionaram para retratar um pouco da complexidade do que se passa lá embaixo.
Local estratégico para a circulação diária de milhares de pessoas, a Praça XV também abriga a maior concentração de comerciantes informais da capital gaúcha. O deslocamento dos camelôs da Praça XV para o Centro Popular de Compras está programado para acontecer ainda em janeiro de 2009. O fato de lidarem com imagens que compõem a memória recente da cidade onde nasceram motivou os artistas na concepção de uma abordagem poética da situação. Levando em conta a peculiaridade do local da exposição, a dupla de artistas optou por conduzir os espectadores das fotos a abismos semelhantes àqueles experimentados no próprio ato fotográfico. As sensações de vertigem e assombro, frente à beleza precária, construída diariamente pela aglomeração de barracas, têm sido escutadas pelos dois artistas, que, de passagem pela mostra, costumam prestar atenção às reações do público.
“Os gigantes” é o primeiro resultado de um processo continuado de pesquisa, interessado em ampliar as discussões a respeito da construção do imaginário urbano. O projeto se situa a meio caminho entre uma proposta documental e um laboratório poético. A cidade, com seus fluxos, suas memórias e suas arquiteturas improvisadas, é a principal fonte de indagações e perplexidades a influir na trajetória da dupla.

12.05.2008

Os Gigantes

Exposição de Vitor Butkus e Lúcia Inácio


Abre para visitação a exposição intitulada “Os gigantes”, dos artistas Vitor Butkus e Lúcia Inácio, na Galeria do DMAE. A mostra é o primeiro resultado de um processo fotográfico iniciado há um ano pelos dois artistas porto-alegrenses, tendo como foco a ocupação da Praça 15 de Novembro, no centro da cidade, por comerciantes informais. As doze fotografias expostas na galeria foram feitas desde os terraços dos prédios que rodeiam a praça e seu largo. Lugar de passagem diária para milhares de porto-alegrenses, é ali que se instala, há anos, a maior concentração de camelôs na cidade. O aglomerado de bancas forma uma engenharia precária, que é retratada em suas diferentes configurações, no decorrer das sucessivas estações do ano, e também em diversos horários e dias da semana. O espectador tem a chance de acompanhar as variações do enorme conjunto de barracas, graças ao ponto de vista escolhido pelos fotógrafos. O primeiro resultado do processo ressalta o contraste entre a arquitetura informal, improvisada pelos camelôs, e os altos edifícios circundantes. As fotografias receberam grandes ampliações, e estão dispostas no chão da galeria. A idéia é oferecer ao público a experiência de olhar para uma parte da história recente da cidade, tendo em vista o momento de transição pelo qual a área focalizada vem passando, com o deslocamento dos comerciantes para o Centro Popular de Compras. A exposição propõe, assim, um diálogo entre a arte e a história local, colocando em questão as fronteiras entre a fotografia documental e a fotografia artística.

Sobre os artistas:
Vitor Butkus é artista visual, nascido em Porto Alegre, em 1983. Já participou de diversas exposições coletivas, em cidades como Porto Alegre, Vitória, Joinville e Montenegro. Em 2007, foi um dos dois artistas gaúchos selecionados para o Salão dos Novos, em Joinville.
Lúcia Inácio é psicóloga social. Faz sua estréia nas artes visuais, nesse projeto desenvolvido em parceria com Vitor Butkus.
Ambos fazem parte do grupo de pesquisa transdisciplinar “Corpo, Arte e Clínica”, coordenado pela Dra. Tânia Mara Galli Fonseca, da UFRGS.

Período de visitação: 09.12.08 a 02.01.09
De segunda a sexta-feira (exceto feriados), das 8h às 17h30min.
Vernissage: 16.12.08, às 19h

Contato:
Vitor Butkus
Telefone: (51) 9739 7161
E-mail: vitorag@uol.com.br

11.10.2008

"Edição Limitada"

Exposição de gravuras de Paulo Nazareth

As gravuras de “Edição Limitada” remetem ao universo da reprodução, da cópia e de tudo que se relaciona à difusão da imagem, como por exemplo o desgaste do tempo e o desejo de preservação. Através dos seus trabalhos o artista propõe um deslocamento de conceitos que transforma objetos, textos e outros achados comuns em obras de arte, promovendo um diálogo entre espaço e tempo comuns com o espaço e o tempo da arte. Com trabalhos que extrapolam os limites da galeria, apresentando objetos que não se encontram no espaço expositivo, mas nele são sugeridos, Paulo Nazareth propõe também o deslocamento do espectador, que diante da obra é levado para lugares onde o pensamento e do devaneio operam.

Paulo Nazareth é mineiro de Governador Valadares, nascido em 1977. Formou-se Bacharel em Gravura e Desenho pela Escola de Belas Artes (EBA) da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), pela qual licenciou-se também em desenho e plástica. Tem formação complementar em Lingüística pela Faculdade de Letras da UFMG. Foi selecionado para o Rumos Itaú Cultural 2005/2006 e esteve na Índia em 2006 como Artista Residente da International Artist Residence KHOJ. Entre as exposições realizadas, destacam-se: a coletiva “Bêbados e Equilibristas”, galeria da EBA/UFMG (2005); Performance Artist Residence, Studios KHOJ, Índia (2006) e intervenções Kaza Vazia Galeria de Arte Itinerante – Edição BH (2005, 2006 e 2007).


Visitação:
11 de novembro a 03 de dezembro de segunda à sexta-feira, das 08h as 17h30min
Abertura: 11 de novembro de 2008 às 19h

http://artecontemporanealtda.blogspot.com/

9.02.2008

“29°57’S, 50°06’W - expandindo a pintura de um lugar”.

Individual de Dânia Moreira

A exposição ‘29°57’S, 50°06’W - expandindo a pintura de um lugar', da artista plástica Dânia Moreira, abre no próximo dia 11 de setembro na Galeria de Arte do DMAE.
A artista, graduada em Artes Visuais pelo Instituto de Artes da UFRGS, é arquiteta e mestre em Arquitetura (PROPAR-UFRGS), atuando como professora substituta do Dep. de Design e Expressão Gráfica da FAU-UFRGS. Sua pesquisa em arte se desenvolve a partir da pintura, considerada como uma forma de produção de imagem, e das suas possibilidades de expansão, dialogando com outros meios. Em seu trabalho explora a questão dos lugares - espaços vividos, que só têm sentido por serem de alguém - considerados sob três pontos de vista: o lugar real, de referência, identificado pelas coordenadas, de onde são extraídos os registros e explorados os significados; o lugar representado – reapresentado, como uma dimensão de realidade a desvendar (diante da impossibilidade da presença); e o lugar criado na montagem, pela presença da obra no espaço expositivo gerando uma nova experiência de lugar.

visitação: de 11 de setembro a 03 de outubro de 2008.
de seg a sex das 8h às 17:30min
coquetel de abertura: 15 de setembro, segunda-feira às 19h

8.29.2008

Coquetel de Encerramento da Exposição

Princípios de Risco - ação #2 - Público
28 de agosto a partir das 19h.

A ação do grupo Princípios de Risco que pôde ser acompanhada nos muros da 24 de outubro, de 12 a 27 de agosto, pode ser conferida a partir de hoje nos espaços internos da Galeria de Arte do DMAE até o dia 03 de setembro de 2008.
Princípios de Risco é formado por 4 artistas que correm o risco dos processos híbridos presentes na arte contemporânea. Suas ações se propõem a pensar a intervenção conjunta tendo como meio expressivo o desenho, presente de diversas formas em cada trajetória, procurando o desvio em proposições de ações que desafiem o corriqueiro. Correm o risco da proposta aberta, aceitando a insegurança de seguir um caminho que só se firma ao ser percorrido.

8.18.2008

Ações Noturnas

De Princípios de Risco pelo papel ou pelo mouse, o grupo de artistas correu o risco de não ver mais o trabalho há pouco instalado nos muros da 24 de outubro. Em vez de haver um diálogo com intervenções diretas como pretendia o grupo, o trabalho foi simplesmente retirado. Ficamos apenas com os registros das
intervenções temporárias de Sandro
Ka que duraram menos de 24 horas.

8.08.2008

Princípios de Risco
ação #2 - Público


Esta é a segunda ação do grupo Princípios de Risco, que será realizada na Galeria
de Arte do DMAE entre 12 de agosto e 03 de setembro de 2008. A primeira intervenção foi feita dentro da programação Bienal B em 2007, no Arquivo Público de Porto Alegre, onde os artistas trabalharam com desenhos (auto-retratos) e projeção de vídeo.

O grupo, formado pelos artistas Adauany Zimovski, Gabriel Netto, Sandro Ka e Vinicius Stein, pretende trabalhar sobre quatro painéis em compensado instalados nos muros do DMAE, voltados para a Rua 24 de Outubro, dialogando dessa forma com as intervenções abertas da rua, como colagem de cartazes, pichações, grafitti, mau tempo, etc. Durante este processo, a partir do dia 18 de agosto, a galeria será usada como espaço de registro, com fotos, vídeos e textos sobre a ação externa.

Ao final, os painéis serão deslocados para a parte interna da galeria, onde o público terá mais alguns dias pra visitar a mostra. A montagem será apresentada junto ao coquetel de encerramento no dia 28 de Agosto, às 19h.

A ação também pode ser acompanhada através do endereço: http://principiosderisco.blogspot.com/

Visitação: de 12 de Agosto a 03 de Setembro de 2008
de segunda a sexta das 8h às 17h30min
Período de trabalho: de 12 a 27 de Agosto de 2008
Coquetel de Encerramento: 28 de Agosto às 19h

7.27.2008

Prorrogada Exposição Despojos
de Rodrigo Lourenço

A mostra continua até 15 de Agosto
Entre 10 e 23 de julho,
o espaço expositivo da Galeria
foi transformado em
um atelier aberto de gravura.
Os visitantes puderam conhecer e
participar de todas as etapas de elaboração
da proposta do artista. Lourenço, que procura
discutir as relações entre obra, público e espaço
arquitetônico, opta pelo uso de corpos
de galinha em substituição aos
materiais tradicionalmente utilizados como
matriz de impressão. Desta experiência
de diálogo surge na galeria um labirinto formado por
dezenas de monotipias. Segundo o artista: "É precisamente
nessa retro-alimentação, onde obra, artista e público se carregam
de sentido e significado, que se revelam os pontos de discussão da minha pesquisa: massificação, passividade e violência".
registros do processo: http://rodrigolourenco.wordpress.com/





foto: Juliana lima